21 de março de 2016

Milhares de pessoas vão às ruas contra o GOLPE

O que está em jogo nesse momento é, de um lado, quem luta para enfraquecer o governo popular, visando flexibilizar os direitos trabalhistas e sociais, e do outro, uma classe de trabalhadores que busca mais avanços

Para quem imaginava que os ataques ao governo eleito democraticamente e ao Partido dos Trabalhadores, orquestrados pela mídia em conluio com membros do judiciário descomprometidos com a justiça, iria enfraquecer a luta e o poder de mobilização da esquerda se enganou.

Milhares de pessoas lotaram as ruas de várias cidades do país dizendo NÃO AO GOLPE, no dia 18 de março.

Diferentemente da pauta conservadora e atentatória às conquistas sociais e trabalhistas levadas às ruas nas manifestações da direita, a luta do campo da esquerda exige, entre outras coisas, a defesa da constituição, dos direitos dos trabalhadores e a investigação de todos, independentemente de partido político, que estejam envolvidos em escândalos de corrupção.

O que se viu no domingo, 13 de março, foi uma burguesia clamando contra os benefícios sociais e as conquistas de direitos, como as cotas nas instituições de ensino, a bolsa família, o financiamento estudantil pelo Prouni e Fies, a política de valorização do salário mínimo, entre outras, que tiraram milhares de brasileiros da pobreza e possibilitaram tantos outras a buscar uma vida melhor através dos estudos.

O que está em jogo nesse momento é, de um lado, quem luta para enfraquecer o governo popular, visando flexibilizar os direitos trabalhistas e sociais, e do outro, uma classe de trabalhadores que busca mais avanços e que defende uma maior distribuição de renda e igualdade de direitos para todos.